domingo, 30 de maio de 2010
TI verde
Reciclagem:
http://www.youtube.com/watch?v=d4rZQA-JhS8
Ti verde (exemplos com fotos):
http://www.youtube.com/watch?v=IuoMC6KXzYo
Reciclagem em TI (tecnologia da informação)
Para Tim McDowd, gerent e sênior de Sustentabilidade Ambiental da Microsoft, o programa pode ajudar a reduzir o volume de lixo eletrônico que seria destinado a aterros sanitários.
"Estamos satisfeitos em possamos anunciar ao público sobre o nosso programa de reciclagem de equipamentos de TI," disse Beth Johnson, gerente do Programa da Dell de Responsabilidade dos Fabricantes nas Américas.
Além de tornar a reciclagem mais acessível, a expansão da parceria também significa menos exportações de lixo eletrônico no exterior.
Apesar da Dell ainda não ter assinado contrato com a recém-lançada iniciativa de reciclagem e-Stewards, a empresa tem apoiado os esforços para tornar os fabricantes de eletrônicos responsáveis por seu próprio lixo eletrônico.
"Acreditamos que, como fabricante deste equipamento, temos a responsabilidade oferecer a reciclagem gratuita para os nossos clientes", disse Johnson. "Nós somos a favor de qualquer legislação que reconhece a responsabilidade individual do fabricante."
Agora, esperamos que a empresa traga o serviço para o Brasil, também.
Fonte: http://www.agendasustentavel.com.br/Artigo.aspx?id=3597
Computação nas nuvens ou Cloud Computing
Estamos habituados a utilizar aplicações instaladas em nossos próprios computadores, assim como a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos neles. No ambiente corporativo esse cenário é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores e que podem ser acessadas por qualquer terminal com permissão através de uma rede.
A principal vantagem desse modelo está no fato de que ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line. Entretanto, todo os dados gerados estarão restritos a esse computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo.
A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing, embora esse conceito esteja se tornando conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil.
Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário. Elas passam a ficar disponíveis nas "nuvens", isto é, na internet. Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar.
Um exemplo prático dessa nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de usar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.Fonte: http://www.oficinadanet.com.br/artigo/923/computacao_nas_nuvens
http://www.infowester.com/cloudcomputing.php
Vereador pensando verde
O vereador e líder do governo na Câmara, Paulo Bottura, apresentou em plenário legislação para conscientização da tecnologia da informação verde ‘TI Verde’ e da sustentabilidade ambiental nos estabelecimentos públicos e privados do município.
Bottura justifica que será uma oportunidade nas escolhas de equipamentos de usuários, empresários e gestores públicos, proporcionando que se assuma um caráter ativo, responsável. “A medida também possibilitará um melhor uso dos recursos naturais e um menor impacto para o meio ambiente, ao mesmo tempo em que fica garantido o atendimento das demandas técnicas e operacionais no uso da computação”, fundamenta.
Segundo o parlamentar cada vez mais a área de Soluções em TI – Tecnologia da Informação das corporações estão trabalhando em iniciativas e agendas de trabalhos relacionados à ‘TI Verde’. “A principal motivação para as organizações avaliarem a adoção de boas práticas de ‘TI Verde’ está relacionada à redução de custos e investimentos trazidos por essas medidas. Este conceito é orientado ao uso de tecnologias "politicamente corretas", que sejam ecológicas e consumam menos energia, diminuindo assim a emissão de CO2 na atmosfera. Esta prática também incentiva a reciclagem e reutilização dos equipamentos relacionados à Tecnologia da Informação”, aponta Bottura.
Fonte: http://www.blogdovereador.com.br/2010/04/bottura-propoe-ti-verde-tambem-como.html
Como podemos ver até mesmo vereador a procura de deixar o mundo mais verde
TI ambiental
O que é mais intrigante são as maneiras como o TI está sendo usado para atacar grandes problemas ambientais.
A IBM tem conseguido muita atenção com a sua campanha Smarter Planet, no qual os dados são usados para ajudar no combate aos congestionamentos ou para desenvolver novos tipos de biodegradavéis. O Google tem o seu medidor de energia, que ajuda os consumidores a controlar o seu consumo e a RechargeIT, tem feito um esforço para acelerar a adoção de carros elétricos. Para não ficar atrás, a Microsoft desenvolveu diversos serviços que usam dados para economizar energia e preservar o meio ambiente.
O Homh ajuda usuário a economizar energia e dinheiro. O Bing Maps mostra o tráfego em tempo real, ajudando a evitar o desperdício de combustível, além de congestionamentos. O Eye on Earth, atualmente disponível apenas na Europa, oferece ao cidadão informações sobre a qualidade do ar e da água.
Segue na integra o restante do artigo
http://www.agendasustentavel.com.br/Artigo.aspx?id=3634
Dicas de Sustentabilidade a lixo eletronicos
A procura de mais noticias sobre sustentabilidade ambiental,encontrei o site da CDI que é uma organização que utiliza a tecnologia como uma ferramenta para combater a pobreza e a desigualdade e criar novas gerações de empreendedores sociais. Eles fizeram um artigo bastante interessante sobre dicas de sustentabilidade a respeito dos lixos eletronicos que muitas vezes são jogados fora sem importancia com o impacto ambiental que o mesmo está fazendo. Veja a seguir as dicas dada por eles.
* Na hora da compra
Busque produtos de fabricantes que mantêm boa conduta ambiental na concepção e na destinação de seus produtos. Um bom indicativo é conferir se a empresa tem alguma certificação da série ISO 14.000, que trata de questões de gestão ambiental, ou ainda se oferece aos consumidores finais programas de logística reversa e reciclagem.
* Eficiência energética
Fique de olho também no consumo energético de seus equipamentos. Escolha aqueles que usam energia da maneira mais eficiente. Desligue eletroeletrônicos que não estiverem em uso. Reduza o brilho do monitor, desligue o computador na hora de dormir, carregue o celular somente durante o tempo necessário,
* Reduzir o consumo
Mantenha uma relação utilitária, não consumista, com a tecnologia. Não compre celular novo se o velho ainda funciona. Não adquira novo computador só porque surgiu um mais moderno no mercado. E, principalmente, antes de descartar uma máquina, confira se ela pode ser consertada e continuar em uso.
* Reaproveitar
Antes de pensar em enviar seu aparelho para o lixo, que tal doar aqueles que ainda funcionam para instituições e pessoas que possam utilizá-los? Procure ONGs, associações comunitárias, um amigo, funcionário ou até o poder público e ofereça como doação. Assim você garante que a máquina ainda seja útil a alguém.
* Descarte
Se realmente for necessário se desfazer de seu aparelho, procure centros especializados que possam cuidar do desmonte adequado do equipamento, separando os componentes, ou encaminhar para reciclagem.
* Informe-se e monitore
Entenda como se dá uma verdadeira reciclagem de computadores, processo de alta complexidade e custo [confira em Saiba Mais]. Antes de doar para uma instituição de reciclagem, certifique-se sobre o que é feito com o material doado, peça licença ambiental, fotos, certificados. Afinal, o que você joga fora não desaparece, só muda de lugar. Não deixe que esse lugar seja um lixão.
* Não desanime
Fazer consertos, pesquisar, doar para quem precisa, buscar instituições ambientalmente corretas, saber o que as empresas estão fazendo para serem mais sustentáveis... tudo isso dá trabalho, mas é fundamental não desanimar!
* Controle cidadão
Você sabia que um projeto de lei que trata, entre outras coisas, do descarte de lixo eletrônico tramita há quase 20 anos no Congresso Nacional? Ele foi aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados, mas ainda falta o Senado. O texto estabelece responsabilidade compartilhada entre setor produtivo, poder público o consumidor final, além da obrigatoriedade de logística reversa para diversos setores econômicos, adotando o conceito dos 3Rs – Reciclar, Reduzir e Reutilizar. Já está na hora de aprovar essa lei, criando normas que regulem o descarte adequado de componentes tecnológicos e criem boas práticas de conduta para empresas e cidadãos.
* Mobilize
Ajude a disseminar os benefícios do consumo equilibrado e do descarte apropriado para a qualidade de vida e do meio ambiente. Dê exemplo e incentive outras pessoas a fazer o mesmo.
Saiba mais
Uma verdadeira reciclagem de computadores tem alta complexidade e custo, mas é o único caminho seguro contra riscos e danos ambientais. O processo ideal deve envolver desmontagem, separação dos componentes de acordo com o tipo, reaproveitamento daqueles ainda úteis e encaminhamento dos demais para reciclagem. É importante que, durante o processo de desmonte e reciclagem, os aparelhos não vão parar em lixões. Quando isso acontece, substâncias tóxicas presentes nesses componentes podem ser levadas pela água da chuva, contaminando solos, lençóis freáticos, corpos d'água e animais, com sérias consequências para a saúde humana e a natureza.
TI VERDE
O que é exatamente TI verde?
Pablo Hess: TI verde é um conjunto de práticas para tornar mais sustentável e menos prejudicial o nosso uso da computação.
Não é novidade alguma o fato de atualmente dependermos profundamente dos computadores para nossa vida, nosso trabalho e nosso bem estar. Comprar de tudo via Internet não é luxo, mas hábito estabelecido de muita gente. Porém, tudo isso depende de diversos computadores
operando no "meio do caminho".
As práticas da TI verde buscam reduzir o desperdício e aumentar a eficiência de todos os processos e fenômenos relacionados à operação desses computadores "no meio do caminho".
AS: Dê um exemplo, por favor.
PH: O exemplo mais palpável é a redução do consumo de energia. Hoje, após muita pesquisa e desenvolvimento, os microprocessadores realizam mais operações gastando menos eletricidade do que faziam há quatro anos. Com essa redução do consumo, diminui também o calor gerado por essas máquinas.
Imagine um data center, um grande salão com centenas de computadores empilhados em racks, cada um desperdiçando alguns Watts de eletricidade sob a forma de calor. Esse calor precisa ser resfriado por um sistema de ar-condicionado, que por sua vez também gasta muita energia. Diminua o calor gerado por máquina e os gastos com resfriamento também caem significativamente. São duas economias de uma só vez.
AS: Como o mercado de TI está se comportando quanto a esse assunto?
PH: A adoção das práticas de TI verde jamais foi tão difundida quanto hoje. Além dos fortes investimentos em gerenciamento de energia, todas as outras práticas estão cada vez mais presentes no discurso de venda das empresas.
A tradicional listagem "Top 500", que expõe semestralmente os 500 supercomputadores mais poderosos do planeta, agora tem seu contraponto na "Green 500", que mostra os 500 supercomputadores energeticamente mais eficientes. Na quinta e última lista "Green 500", os 13 primeiros colocados são mais eficientes que o primeiro colocado da primeira lista, feita em 2007.
AS: Quais outras práticas compõem a TI verde?
PH: Além da redução de consumo, temos a virtualização, que aumenta drasticamente a eficiência dos processos computacionais. As soluções de virtualização já se tornaram parte obrigatória do portfolio de todas as grandes empresas de TI. Naturalmente, com o valor da virtualização tão alto, rapidamente os principais fabricantes de softwares de virtualização foram adquiridos por grandes empresas.
Em relação à fabricação de computadores, já existem vários modelos à venda que alegam não utilizar metais pesados em sua fabricação. Os fabricantes mais antenados estão abandonando os plásticos e metais em troca de materiais naturais: há modelos de laptops com gabinete feito de fibras de bambu e madeira, por exemplo.
E por último, o software também participa disso. Os programas têm avançado significativamente em relação à otimização do processamento, de forma a realizar menos operações para efetuar cada tarefa, ou simplesmente realizá-las todas de uma vez para manter o processador em modo de economia de energia por mais tempo. Os softwares desenvolvidos de forma colaborativa, chamados de softwares livres, naturais ou orgânicos, têm crescido constantemente, e são a última palavra em otimização.
Fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/53556-o-que-e-ti-verde